Um presente lindo, com um significado especial. Adoro-te!
6 de março de 2018
Decidi
Cuidar de mim
Valorizar-me
Acreditar na vida
Ser feliz
Abandonar o tóxico
Treinar a compaixão
Aprender a aceitar
Confiar
Amar sem reservas
Partilhar
Pedir ajuda
Ser frágil
Permitir as emoções
Não fugir da dor
Entregar-me
Deixar as máscaras
Ser autêntica
Um novo caminho com muito para aprender
3 de março de 2018
Eu já quis...
Que o tempo voltasse atrás e me permitisse refazer tudo o que já fiz de errado de um jeito certo,mas hoje tenho convicção que muitas situações me foram necessárias para que crescesse por dentro e soubesse lidar com o meu próprio coração no dia de hoje.
Nem tudo que faço hoje é correto, mas boa parte dos meus acertos são consequências do que a vida me ensinou através do ontem. Cecília Sfasin
27 de fevereiro de 2018
Crenças limitadoras
Crenças são todo o tipo de informação que, consciente ou inconscientemente, a nossa mente aceitou como verdade e são influenciadas pelo meio ambiente, pela educação e pelas experiências de vida. São todas as verdades em que acreditamos. A forma como vemos a realidade e o nosso Eu.
Essas crenças podem ser facilitadoras, quando facilitam a obtenção de um resultado e nos ajudam a crescer pessoal e profissionalmente ou limitadoras quando, pelo contrário, diminuem as capacidades, e o poder de transformação, limitando, os resultados.
O primeiro e essencial passo para a mudança é tomarmos consciência das nossas crenças negativas e, através do pensamento positivo, alterar a nossa verdade para que ela trabalhe a nosso favor e não contra nós.
Se estão com dificuldade em atingir qualquer objectivo a que se propuseram, se já tentaram várias estratégias e nada parece resultar, parem um pouco e analisem que crenças estão a boicotar o vosso progresso e, se possível, transformem-nas em crenças facilitadoras.
Hoje, para mim, foi dia de descoberta de uma importante crença limitadora, de auto boicote em relação ao meu desenvolvimento pessoal. Sempre a aprender.
20 de fevereiro de 2018
O Homem da minha vida
Era uma sexta feira, fomos a Loures e deste-me o fio num impulso. Ias comprar outro para ti. Algo tão simples e tão teu. Foi um momento do mais puro Amor. Depois, ... bem, ... depois, ... tudo acabou, ...apenas ficou a dor.
A tua ausência dói e a saudade aperta. São os sentidos sem sentido, não há cheiro, toque, olhar, abraço, não há nada. Nunca mais os teus conselhos. Nunca mais os caracóis, as cerejas ou os camarões. Nunca mais a música partilhada e as letras que teimavas em inventar. Nunca mais tanta coisa.
Nunca é demais.
É uma dor que aperta e sufoca.
É uma tristeza que se instala e turva a vida.
É um peso enorme no peito que angustia porque te sinto em tanta coisa e em tanto lado: as cerejas que não consegui comer este ano, o Sporting que persiste em fazer-nos sofrer, o frango no forno que temos para jantar, o fio que ponho quando te quero próximo, o pensamento em turbilhão, o sopro, o coração a bater no peito, as azeitonas pretas e pequeninas, o perfume que aguça a memória, a camisola que me abraça, o cachecol que ofereci, a foto, o amor, a saudade que dói, o carro, a casa que escolheste, o aperto no peito, a caixa que não abro, as canetas, a mão que sinto, o ser, o orgulho, a agressividade que quero controlar, o mar, os barcos, a moamba e o picante, o lugar à mesa que é teu, os pássaros que agora me chamam, o vento, os amigos que falam de ti, a mãe, a música que sei que ias gostar, os cadernos com aquela letra, as sardinhas, os caracóis, as férias, as goiabas que plantaste, o presunto, fevereiro que parece não ter fim, a fruta, o Natal. Tudo e tanto. Memórias que te mantêm comigo a todo o instante.
Este ano foi duro, muito duro e dar um sentido à dor não está a ser fácil. Houve traições, (poucas), desapegos (alguns), pessoas próximas que se afastaram e pessoas boas, (muitas), que se revelaram. A Rujoca fechou e os incêndios queimaram a Terra. Parecia que a tua pegada se estava a apagar. Mas a tua pegada somos nós, e enquanto nós vivermos e recordarmos e sentirmos, tu estarás aqui.
Foste um Grande Homem e um avô babado, presente, atento, com valores, histórias e experiências. Acolheste os meus filhos. Primeiro, o Miguel, depois o Bruno. Orgulhavas-te da Mónica e adoptaste o Sta como neto. Foste farol, guia e alicerce e sei que podia contar sempre contigo, para tudo, em tudo. Nunca me falhaste. Deixaste em mim mais do que pensas e quando dizem que sou parecida contigo, isso enche-me de orgulho. Foste a minha referência de Pessoa e de Homem e saber que aprendi a lição é bom.
Ainda vou plantar a tal cerejeira em jeito de pequena homenagem porque recordar-te e seguir o que me ensinaste é a melhor forma de te lembrar.
Hoje a saudade transbordou.
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16 de fevereiro de 2018
Zafu
Agora, sim, preparadíssima para muitas sessões de meditação neste lindo conjunto de Zafu e Zabuton, oferta dos filhotes neste aniversário. Eles sabem...
29 de janeiro de 2018
O modelo da Islândia que o resto do mundo ignora
Actualmente, a Islândia está no topo da tabela europeia no que diz respeito à percentagem de adolescentes com hábitos saudáveis. A percentagem de miúdos entre os 15 e os 16 anos que ficaram embriagados no mês anterior desceu a pique, de 42 por cento em 1998 para 5 por cento em 2016. Os que já experimentaram canábis passaram de 17 para 7 por cento. Os que fumam tabaco todos os dias passaram de 23 para apenas 3 por cento.
Conseguiram tudo isto porque alteraram a forma como enfrentaram o problema: em vez de campanhas sobre os malefícios do álcool, drogas e tabaco a que ninguém prestava atenção e não tinham qualquer efeito prático, resolveram investir em alternativas saudáveis.
Percebendo que as pessoas estavam a ficar viciadas nas alterações químicas do cérebro, apostaram em desenvolver um movimento social em torno das ‘pedradas naturais’, da ideia de que é possível atingir esse estado alterado através da química cerebral de cada um, com alternativas saudáveis.
"As pessoas podem ficar viciadas em álcool, carros,dinheiro. sexo, calorias,cocaína - seja o que for". O objectivo focou-se na ideia de dependência comportamental
Em vez de se focarem no tratamento das dependências, ensinavam-lhes qualquer coisa que gostassem de aprender, música, dança, hip hop, artes marciais ou qualquer outro desporto. A ideia era que estas aulas diferentes podiam provocar alterações na química cerebral dos miúdos, e dar-lhes aquilo de que precisavam para estar melhor no mundo: alguns podiam estar à procura de maneiras de reduzir a ansiedade, outros de emoções fortes, mas todos procuravam essa dependência da alteração química.
Mudaram as leis, proibindo a compra de tabaco a menores de 18 anos e álcool a menores de 20 e a publicidade ao tabaco e álcool foi proibida. A ligação escola-pais foi reforçada e tornou-se obrigatória a criação de associações de pais e os pais eram incentivados a ir a palestras sobre a importância de passar uma quantidade significativa de tempo com os filhos, mais do que “tempo de qualidade” esporádico, de falar com os filhos sobre as suas vidas, de saber quem eram os amigos dos filhos e de fazer com que eles passassem as noites em casa.
As associações de pais propuseram a criação de acordos que os pais deveriam assinar. O conteúdo dos acordos variava de acordo com a faixa etária, e cada associação pode decidir o que é contemplado. Para os miúdos com mais de 13 anos, os pais podem comprometer-se a seguir todas as recomendações como, por exemplo, a não permitir que os filhos façam festas sem a supervisão de adultos, a não comprar bebidas alcoólicas a menores e a estar atentos ao bem-estar das outras crianças.
Estes acordos educam os próprios pais, mas também ajudam a fortalecer a sua autoridade em casa, defende Hrefna Sigurjónsdóttir, directora do Casa e Escola. “Assim torna-se difícil usar a desculpa mais velha do mundo: ‘Mas os outros pais deixam!'”
Os resultados estão à vista, entre 1997 e 2012, a percentagem de miúdos entre os 15 e os 16 anos que dizem passar todos ou quase todos os dias da semana com os pais duplicou – de 23 para 43 por cento – e a percentagem que participa em actividades desportivas organizadas pelo menos quatro vezes por semana aumentou de 24 para 42 por cento. Entretanto, o consumo de tabaco, bebidas alcoólicas e cannabis nesta faixa etária desceu a pique.
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