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4 de abril de 2016
Real bodies
5 de outubro de 2015
2 descobertas interessantes
"Os avanços na área da neurociência são fascinantes e o cérebro é, de facto, de uma complexidade sem paralelo. Vou partilhar com vocês dois tópicos que me impressionaram neste últimos tempos.
O primeiro relaciona-se com os correlatos neurais da adversidade precoce. No fundo, algo que nenhum “psiquiatra moderno” quer admitir, parece que o Freud lá tinha alguma razão na sua teoria… experiências traumáticas precoces (adversidades como falta de afeto, pobreza, elevado stress familiar) levam a uma reconfiguração permanente do cérebro, com alteração da expressão genética, que se mantém ao longo da vida e que perante futuros fatores de stress (por ex: desemprego, desilusão amorosa, consumo de substâncias) pode levar ao aparecimento de problemas de saúde mental. E isto é algo que se vê com técnicas muito avançadas de neuroimagem! Uma das coisas que Tallie Baram e os seus colegas da universidade da Califórnia descobriram é que os principais fatores que levam a esta vulnerabilidade acrescida são os comportamentos dos cuidadores imprevisíveis e fragmentados. Portanto para proteger o cérebro das nossas crianças é mesmo necessário que hajam rotinas e que haja tempo dos pais (cuidadores) para estar emocionalmente com os filhos. Só assim se pode evitar a imprevisibilidade e a fragmentação que podem levar a consequências severas no futuro.
Quando dizem que a culpa é da "mãe", talvez haja afinal alguma razão nisso.
O segundo relaciona-se com as evidências cada vez mais contundentes que a depressão não é apenas uma doença relacionada com disfunção dos neurotransmissores (por exemplo: a serotonina), mas que tudo aponta para que tenha um elevado componente inflamatório. Sim, esse mesmo mecanismo responsável pelos nossos sintomas quando estamos constipados ou que leva ao combate de uma infecção na pele, quando ocorre de forma desregulada pode ser responsável (através de vários mecanismos altamente complexos) por lesões de células neuronais em áreas chave. Verificou-se que as pessoas com mais resistência ao tratamento antidepressivo têm maiores níveis de marcadores inflamatórios... e isto poderá trazer uma abordagem totalmente diferente e inovadora do tratamento das depressões resistentes. Para além de explicar algo que se vê muito na prática clinica, que é a associação entre depressão e várias doenças autoimunes, assim como ajudar a explicar porque razão existem tantos sintomas “físicos” para algo que se passa no cérebro.
Já há muito tempo que percebi que o tratamento da depressão não passa pelos antidepressivos e que há outras formas de combate muito mais interessantes e vantajosas, nomeadamente a alimentação anti inflamatória (essencialmente crua e biológica) e o exercício físico. As mentalidades mudam, devagar, mas mudam!
17 de outubro de 2014
Sintomas de Ébola
Isto significa que durante 21 dias, que corresponde ao período máximo de incubação da doença, deverá medir a febre duas vezes ao dia.
Se entretanto começar a acusar
febre alta, bem como outros sintomas
como dores musculares, vómitos e diarreia, o passo seguinte
é ligar o 808 24 24 24 e dizer se viajou recentemente e para que país. Se o
profissional de saúde entender que se trata um caso suspeito de ébola é acionada
uma equipa do INEM que o transportará, devidamente isolado, para uma das
unidades hospitais de referência (S. João, no Porto, Curry Cabral, em Lisboa, e
D. Estefânia, para crianças).
Risco para a família é
baixo
Uma das questões que se levanta,
perante as recomendações da Direção Geral de Saúde, é se nos 21 dias em que a
pessoa está em casa a vigiar o estado de saúde pode infetar familiares. “Os
riscos são muito baixos”, garante ao Observador Francisco George. E porquê?
“Porque ao contrário de outra doença de natureza viral, como o sarampo, o ébola
não se transmite antes dos sinais, ou seja, antes dos sintomas serem visíveis”,
explica o diretor geral de saúde.
7 de outubro de 2014
Todo câncer pode ser curado em semanas
Dr. Leonard Coldwell afirma que todo câncer pode ser curado em 16
semanas. Dr. Coldwell declara como isso é possível neste vídeo. Ele
recomenda usar curas naturais para câncer em oposição a tratamentos
tradicionais para câncer
19 de setembro de 2014
Mulheres norueguesas com cancro gravam videoclipe mais sexy de sempre
31 de julho de 2014
O saber não ocupa lugar
Estudos apresentados no encontro de anestesistas que se realizou em Dublin apontam para a existência de um possível terceiro estado de consciência. Todos sabem que existe e conhecem as diferenças básicas entre a consciência e a inconsciência. Aparece agora este terceiro estado, denominado dysanaesthesia, palavra inglesa para a qual não consegui tradução em português mas que na sua composição nos remete para uma disfunção relacionada com a anestesia.
Segundo o estudo publicado, neste terceiro estado de consciência o sujeito está anestesiado, inconsciente portanto, com o corpo paralisado, não sente dor ou qualquer incómodo durante a cirurgia, mas é capaz de ouvir, compreender e executar ordens simples como mexer um braço ou um dedo.
Não sei bem se fico feliz por esta descoberta ou assustada com a possibilidade de ser operada e estar neste estado, meio para cá meio para lá.

Segundo o estudo publicado, neste terceiro estado de consciência o sujeito está anestesiado, inconsciente portanto, com o corpo paralisado, não sente dor ou qualquer incómodo durante a cirurgia, mas é capaz de ouvir, compreender e executar ordens simples como mexer um braço ou um dedo.
Não sei bem se fico feliz por esta descoberta ou assustada com a possibilidade de ser operada e estar neste estado, meio para cá meio para lá.
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