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24 de março de 2016
Uma mulher inspiradora
Às vezes ajuda sentir-me grata por lá ter estado, porque isso deu-me, sou mais rica do que as outras pessoas, a minha reacção à vida é muito diferente. Todos se queixam:"Isto é tão horrível, isto..." Não é assim tão horrível.
Quando se esteve mesmo no fundo do inferno e se volta à superfície, aprende.se o que importa na vida e o que não tem importância. E são poucas as coisas que importam, a vida e as relações humanas, tudo o resto não tem qualquer importância.Podemos viver sem isso. E por causa disso sou muito mais feliz.
Depende de mim a vida ser boa ou má,não da vida, de mim! Tudo é bom e mau. Eu olho para o lado bom. Porque mesmo o horrível tem um lado bonito.Todos os dias da vida são bonitos.
Palavras da extraordinária Alice Sommer, aos 109 anos,a mais velha sobrevivente do holocausto em todo o mundo quando filmou a curta metragem "The Lady in Number 6".
The Lady in Number 6 é um filme documentário de curta-metragem dirigido e escrito por Malcolm Clarke. Vencedor do Oscar 2014, relata a história de Alice Herz-Sommer, uma pianista que sofreu o Holocausto e morreu em 2014 com 110 anos
Podem ver aqui.
22 de janeiro de 2016
Sandra comenta Terapia
“Terapia”
é um formato revolucionário, que nos leva numa viagem pelo intrigante e
fascinante mundo da psicoterapia. A série retrata cinco pacientes
diferentes e segue quatro tratamentos psicoterapeuticos em curso no
consultório do terapeuta. Durante nove semanas, 45 episódios, assistimos
a um diálogo contínuo entre o terapeuta e os seus pacientes. - See more
at: http://media.rtp.pt/terapia/artigos/sinopse#sthash.fBHRvrsm.dpuf
“Terapia”
é um formato revolucionário, que nos leva numa viagem pelo intrigante e
fascinante mundo da psicoterapia. A série retrata cinco pacientes
diferentes e segue quatro tratamentos psicoterapeuticos em curso no
consultório do terapeuta. Durante nove semanas, 45 episódios, assistimos
a um diálogo contínuo entre o terapeuta e os seus pacientes. - See more
at: http://media.rtp.pt/terapia/artigos/sinopse#sthash.fBHRvrsm.dpuf
"Terapia é um formato revolucionário, que nos leva numa viagem pelo intrigante e fascinante mundo da psicoterapia. A série retrata cinco pacientes diferentes e segue quatro tratamentos psicoterapêuticos em curso no consultório do terapeuta."
“Terapia”
é um formato revolucionário, que nos leva numa viagem pelo intrigante e
fascinante mundo da psicoterapia. A série retrata cinco pacientes
diferentes e segue quatro tratamentos psicoterapeuticos em curso no
consultório do terapeuta. Durante nove semanas, 45 episódios, assistimos
a um diálogo contínuo entre o terapeuta e os seus pacientes. - See more
at: http://media.rtp.pt/terapia/artigos/sinopse#sthash.fBHRvrsm.dpuf
A nova série da RTP tem aqui uma espectadora atenta e interessada.
Penso que foi pensada com cuidado e embora seja uma adaptação de um original israelita retrata de forma mais ou menos fiel a realidade e a sociedade portuguesa. Nota-se que a linguagem, embora acessível, se aproxima da que os profissionais usam. Isto é bastante mais notório quando estão frente a frente o Virgílio Castelo e a Ana Zanatti, os dois profissionais
Está bastante credível e as histórias dentro da história são suficientemente interessantes para nos manter em suspense até à sessão seguinte. Os pacientes abordam diversas questões e problemáticas que depois são discutidas numa espécie de sessão de supervisão.
Tem um elenco de luxo com Virgílio Castelo, Ana Zanatti, Soraia Chaves, Leonor Silveira, Nuno Lopes, Filipe Duarte e Maria João Pinho. A menos conhecida, pelo menos para mim, é a Catarina Rebelo, a adolescente da série.
Gosto bastante.
11 de setembro de 2014
Para quem gosta de publicidade
Sou daquelas pessoas que gosta de ver os anúncios publicitários no intervalo dos programas televisivos, que olha para os cartazes nas ruas, que procura a publicidade nos jornais, revistas e rádio e que observa atentamente a comunicação que as diferentes marcas fazem nos locais de venda, nomeadamente, nas grande superfícies. A publicidade em geral atrai-me, a comunicação de uma marca ou empresa, a forma como os publicitários e os marketeers sintetizam uma ideia e elaboram uma campanha, são temas que me fascinam e que procuro acompanhar.
Ontem, quando procurava um programa para ver na televisão, encontrei "Os filhos da Pub", que estava a começar na Sic Radical e que me chamou logo a atenção pelo nome que, quando verbalizado, é percepcionado pelo nosso cérebro como insulto. Achei logo engraçado e dispus-me a ver. Trata-se de um programa semelhante ao "Querido mudei a casa" só que aqui trabalha-se a imagem de uma empresa e toda a sua comunicação, desde o logo, imagem corporativa, redes sociais até à decoração do próprio espaço físico onde a empresa está sediada. É conduzido por Gonçalo Morais Leitão, que não conhecia mas descobri que tem já elaborados imensas campanhas importantes e vários prémios conquistados e verifiquei espantada que já vai na 3ª temporada. O episódio em que tropecei por mero acaso, como já disse, era a transformação de toda a comunicação de uma agência funerária, que não é das coisas mais fáceis de se fazer, e achei que se desenrascaram muito bem da tarefa. A Funalcoitão passou a ter como lema "Mais do que enterros, fazemos homenagens".Tendo como base o poema de Mário de Sá Carneiro é homenageada a vida e a morte deixa de ser assustadora para ser celebrada. Gonçalo conta com uma vasta equipa de suporte que vai desde publicitários a decoradores até empresas de impressão gráfica, todos com o único objectivo de satisfazer o cliente e responder ao desafio proposto. Muito giro e com certeza para acompanhar sempre que puder.
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