Mostrar mensagens com a etiqueta Motivação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Motivação. Mostrar todas as mensagens
2 de junho de 2018
13 de março de 2018
Obstáculos
Cada obstáculo é uma prova a superar, é a vida a testar de que somos feitos.
Cada prova, uma aprendizagem.
Se olhamos para trás e virmos que continuamente cometemos os mesmos erros, como se em loop continuo vivêssemos, se usamos as mesmas estratégias e decidimos da mesma maneira, com base nas mesmas emoções e pensamentos, é claro que só podemos obter os mesmos resultados.
Tantas vezes ouvimos dizer que a vida se repete, que há ciclos, que as etapas parecem ser sempre as mesmas e não somos capazes de perceber o porquê, como se um qualquer destino estivesse já predestinado e nada ou ninguém o pudesse mudar, como se não houvesse qualquer controlo sobre o que nos acontece e as lições que temos para aprender. Estamos preparados para repetir as mesmas experiências vezes e vezes sem conta a menos que consigamos aprender o que temos para aprender.
Quando estamos perdidos no melodrama pessoal não saímos dessa armadilha e não evoluímos.
Está na hora de parar, reequilibrar e fazer diferente. A resposta para parar o karma é mais simples do que parece.
Simplifica e a vida retribui.
Liberta-te das amarras do passado e da culpa.
Treina o Amor e a Compaixão e estarás um passo mais próximo de ser feliz.
12 de março de 2018
Em busca da Serenidade
Domingo, passei a tarde com uma boa amiga que está, neste momento, a atravessar um período conturbado na vida, num trabalho desgastante que a consome e com uma relação amorosa desfeita. Encontrei-a, como é natural, com os nervos em franja. Gestão de stress é algo que de momento não é capaz e os efeitos nefastos do stress na saúde física e psíquica são já bem visíveis. Está uma pilha de nervos (em linguagem bem comum), sem paciência para nada e ninguém, sem energia ou motivação, desgastada, precocemente envelhecida, com um discurso pessimista, sem saída visível, e sem forças para continuar a lutar. E, pior, sem qualquer estratégia de coping para lidar com isso.
A tarde iniciou-se com uma torrente de queixas em ritmo acelerado. A sensação que tive foi que nem o discurso estava organizado quanto mais as emoções ou sequer as prioridades definidas. Só posso imaginar como aquela cabeça se encontra afundada num turbilhão de pensamentos e emoções. O ritmo dela é de mil à hora, sem tempo para nada, e as emoções desorganizadas, sem tempo e espaço para serem integradas, reflectem isso mesmo.
Recordei o passado recente e o desgaste físico e emocional que sentia e não pude deixar de sentir compaixão.
Eu estive nesse buraco há uns bons pares de meses. O ano de 2017 foi um ano extremamente desgastante a todos os níveis. Foi um ano de mudanças. Todo o meu mundo foi abalado e houve decisões dolorosas que tiveram de ser tomadas. Mortes, doenças, inundações, desemprego, frustrações várias, desilusões, amarguras diversas. Nessa altura também eu fui engolida por um tornado de emoções negativas e a tristeza, amargura, raiva e zanga entraram na minha vida e o desgaste foi inevitável.
Quando tive consciência do estado em que me encontrava, com paciência, amor e cuidado para comigo, pouco e pouco, permiti-me finalmente sentir tudo o que devia sentir e acabei a percorrer um caminho de aceitação da vida tal como ela é. Permiti-me por fim iniciar o luto da vida perdida. Aprendi a meditar, a cuidar de mim, mudei a alimentação, desacelerei e, passo a passo, noto que recupero a energia positiva e vital. Sou uma principiante neste novo caminho de aceitação e paz, mas com persistência e vontade lá chegarei. Feliz por estas descobertas e por me ter cruzado com pessoas fantásticas que me abriram os horizontes e me permitiram a recuperação procurei transmitir o pouco que sei à minha amiga na esperança de que também ela procure o caminho da Serenidade.
Etiquetas:
Amor,
Eu,
Meditação,
Motivação,
Psicologia
27 de fevereiro de 2018
Crenças limitadoras
Crenças são todo o tipo de informação que, consciente ou inconscientemente, a nossa mente aceitou como verdade e são influenciadas pelo meio ambiente, pela educação e pelas experiências de vida. São todas as verdades em que acreditamos. A forma como vemos a realidade e o nosso Eu.
Essas crenças podem ser facilitadoras, quando facilitam a obtenção de um resultado e nos ajudam a crescer pessoal e profissionalmente ou limitadoras quando, pelo contrário, diminuem as capacidades, e o poder de transformação, limitando, os resultados.
O primeiro e essencial passo para a mudança é tomarmos consciência das nossas crenças negativas e, através do pensamento positivo, alterar a nossa verdade para que ela trabalhe a nosso favor e não contra nós.
Se estão com dificuldade em atingir qualquer objectivo a que se propuseram, se já tentaram várias estratégias e nada parece resultar, parem um pouco e analisem que crenças estão a boicotar o vosso progresso e, se possível, transformem-nas em crenças facilitadoras.
Hoje, para mim, foi dia de descoberta de uma importante crença limitadora, de auto boicote em relação ao meu desenvolvimento pessoal. Sempre a aprender.
29 de janeiro de 2018
O modelo da Islândia que o resto do mundo ignora
Actualmente, a Islândia está no topo da tabela europeia no que diz respeito à percentagem de adolescentes com hábitos saudáveis. A percentagem de miúdos entre os 15 e os 16 anos que ficaram embriagados no mês anterior desceu a pique, de 42 por cento em 1998 para 5 por cento em 2016. Os que já experimentaram canábis passaram de 17 para 7 por cento. Os que fumam tabaco todos os dias passaram de 23 para apenas 3 por cento.
Conseguiram tudo isto porque alteraram a forma como enfrentaram o problema: em vez de campanhas sobre os malefícios do álcool, drogas e tabaco a que ninguém prestava atenção e não tinham qualquer efeito prático, resolveram investir em alternativas saudáveis.
Percebendo que as pessoas estavam a ficar viciadas nas alterações químicas do cérebro, apostaram em desenvolver um movimento social em torno das ‘pedradas naturais’, da ideia de que é possível atingir esse estado alterado através da química cerebral de cada um, com alternativas saudáveis.
"As pessoas podem ficar viciadas em álcool, carros,dinheiro. sexo, calorias,cocaína - seja o que for". O objectivo focou-se na ideia de dependência comportamental
Em vez de se focarem no tratamento das dependências, ensinavam-lhes qualquer coisa que gostassem de aprender, música, dança, hip hop, artes marciais ou qualquer outro desporto. A ideia era que estas aulas diferentes podiam provocar alterações na química cerebral dos miúdos, e dar-lhes aquilo de que precisavam para estar melhor no mundo: alguns podiam estar à procura de maneiras de reduzir a ansiedade, outros de emoções fortes, mas todos procuravam essa dependência da alteração química.
Mudaram as leis, proibindo a compra de tabaco a menores de 18 anos e álcool a menores de 20 e a publicidade ao tabaco e álcool foi proibida. A ligação escola-pais foi reforçada e tornou-se obrigatória a criação de associações de pais e os pais eram incentivados a ir a palestras sobre a importância de passar uma quantidade significativa de tempo com os filhos, mais do que “tempo de qualidade” esporádico, de falar com os filhos sobre as suas vidas, de saber quem eram os amigos dos filhos e de fazer com que eles passassem as noites em casa.
As associações de pais propuseram a criação de acordos que os pais deveriam assinar. O conteúdo dos acordos variava de acordo com a faixa etária, e cada associação pode decidir o que é contemplado. Para os miúdos com mais de 13 anos, os pais podem comprometer-se a seguir todas as recomendações como, por exemplo, a não permitir que os filhos façam festas sem a supervisão de adultos, a não comprar bebidas alcoólicas a menores e a estar atentos ao bem-estar das outras crianças.
Estes acordos educam os próprios pais, mas também ajudam a fortalecer a sua autoridade em casa, defende Hrefna Sigurjónsdóttir, directora do Casa e Escola. “Assim torna-se difícil usar a desculpa mais velha do mundo: ‘Mas os outros pais deixam!'”
Os resultados estão à vista, entre 1997 e 2012, a percentagem de miúdos entre os 15 e os 16 anos que dizem passar todos ou quase todos os dias da semana com os pais duplicou – de 23 para 43 por cento – e a percentagem que participa em actividades desportivas organizadas pelo menos quatro vezes por semana aumentou de 24 para 42 por cento. Entretanto, o consumo de tabaco, bebidas alcoólicas e cannabis nesta faixa etária desceu a pique.
Pode ler o artigo completo aqui
Etiquetas:
Educação,
Família,
Filhos,
Motivação,
Psicologia
23 de janeiro de 2018
O tabaco, sempre o tabaco!
No último dia do ano passado, um familiar chegado deu entrada no hospital, vitima de um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Ficou internado no serviço de neurologia de um grande hospital público e a unidade onde ficou estava completamente lotada, todos, sem excepção, vitimas de AVC, com diferentes graus de mazelas: uns em coma, outros com dificuldades motoras graves, com um ou ambos os lados afectados, com braços e pernas paralisados, com dificuldade em comer e/ ou falar e com diversos danos cognitivos. Idades diversas, ambos os géneros e apenas um denominador comum - todos FUMADORES.
É incrível como todos sabemos dos malefícios do tabaco e mesmo assim continuamos a consumir este veneno, como se fossemos impunes aos seus nefastos efeitos, como se as coisas más só acontecessem aos outros. Infelizmente, não é assim, como bem descobriu o meu irmão.
Fico feliz por hoje em dia me assumir como ex fumadora. Foi uma decisão tomada há 3 anos, depois de algumas falsas tentativas, que me deixa mesmo muito feliz.
21 de janeiro de 2018
Mindfulness
Iniciei este mês um curso de Mindfulness que está a ser sensacional e me tem permitido experienciar a vida de uma forma totalmente nova. Nunca pensei vir a sentir o chão que piso da forma como o sinto e desacelerar o ritmo diário de maneira tão intensa. Vale mesmo a pena!
5 de agosto de 2016
Plano de trabalho
"1. Faça o que é certo, não o que é fácil. O nome disso é Ética.
2. Para realizar coisas grandes, comece pequeno. O nome disso é Planejamento.
3. Aprenda a dizer 'não'. O nome disso é Foco.
4. Parou de ventar? Comece a remar. O nome disso é Garra.
5. Não tenha medo de errar, nem de rir dos seus erros. O nome disso é Criatividade.
6. Sua melhor desculpa não pode ser mais forte que seu desejo. O nome disso é Vontade.
7. Não basta iniciativa. Também é preciso ter 'acabativa'. O nome disso é Efetividade.
8. Se você acha que o tempo voa, trate de ser o piloto. O nome disso é Produtividade.
9. Desafie-se um pouco mais a cada dia. O nome disso é Superação.
10. Pra todo 'game over', existe um 'play again'. O nome disso é Vida".
5 de maio de 2016
A demissão da formiga desmotivada
"Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.
O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefónicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial...
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida."
Autor desconhecido
14 de abril de 2016
Como manter o foco na dieta
Ao decidir começar uma dieta, a ideia normalmente parece algo promissor e estimulante nos primeiros dias. Entretanto, dependendo da maneira como esse desafio é encarado, a decisão dá lugar a um verdadeiro pesadelo, em que a única saída que se vê é jogar tudo para o alto e desistir.
1) Faça um diário e anote tudo o que come, como se sentiu após cada refeição, quantos quilos já eliminou, como foi o treino, como se sentiu após os exercícios, quais as dificuldades enfrentadas a cada dia, como as superou, quais foram as conquistas e falhas. Assim, fica mais fácil acompanhar e reconhecer o progresso, bem como identificar os pontos em que é preciso melhorar.
2) Pense nos erros cometidos nas dietas do passado e use-os como lições para recomeçar. Faça de cada novo dia, uma nova oportunidade de ficar mais próximo de seu objetivo. O que pode mudar hoje para chegar a sua meta?
3) Lembre-se que emagrecer requer tempo, afinal você demorou meses e, às vezes, até anos para engordar, portanto seja paciente. É preciso tempo para emagrecer e principalmente, incorporar novos hábitos alimentares a sua rotina.
4) Ao se sentir desmotivado, pergunte a si mesmo: De zero a dez, quanto emagrecer é importante para mim? Aproveite e reflicta também: porque quer emagrecer? Imagine como vai se sentir ao atingir a sua meta de peso.
5) Escorregar nas primeiras semanas da dieta é normal, afinal para se adaptar a nova rotina é preciso tempo. O importante é não tornar isso algo frequente. Se todos os dias sair da dieta e extrapolar as calorias consumidas, dificilmente terá os resultados que deseja na próxima pesagem. Exagerou? Não faça disso uma desculpa para exageros maiores, retome a dieta na refeição seguinte e se esforce para não acontecer novamente!
6) Quando a vontade de comer aquele doce ou atacar a geleira não sair da cabeça, mude o foco! Leia um livro, assista um filme, arrume a casa ou pratique exercício, dessa forma você ocupa a mente. Lembre-se que os alimentos podem trazer prazer e alívio momentâneo, mas não são a solução.
7) Estabeleça metas a médio e curto prazo para sua dieta. A longo prazo você chegará ao peso desejado, mas quais as pequenas mudanças que pode começar hoje que te ajudarão a chegar lá? Pode ser desde começar a caminhar ou entrar no ginásio, eliminar 2kg por mês,ou até reduzir o refrigerante para uma vez no mês. Cada meta atingida te deixará mais forte para buscar a próxima!
8) Seja realista e respeite seu corpo! Planear o impossível aumenta as chances de frustrações. Emagrecer para simplesmente ter um corpo igual ao da modelo famosa, nem sempre é possível dependendo da estrutura corporal. É como se uma pessoa que calça 37 esperasse entrar em um sapato 35. Seja menos crítico com sua forma corporal e respeite sua genética.
9) Quer desistir no meio da dieta? Pense em todos os hábitos saudáveis que já conquistou! Por exemplo, se antes ficava cansado só de subir escadas e agora consegue pedalar por horas, não há motivos para se orgulhar? Esse tipo de pensamento te ajuda a perceber que é capaz de mudar e traz à tona a vontade de seguir em frente!
10) Leia depoimentos, histórias e converse com pessoas que conseguiram emagrecer e alcançaram a reeducação alimentar. Essa troca de experiências ajudará a te inspirar, afinal se eles conseguiram você também pode!
11) Seguir firme na dieta pode ser mais fácil e divertido se estiver acompanhado. Conhece alguém que também quer emagrecer? Convide-o para a acompanhar. Juntos vocês poderão praticar exercícios, trocar receitas, dividir experiências e expectativas, sem falar que ainda terão quem puxar a orelha quando for preciso.
12) Evite adoptar uma postura radical. Encarar a dieta como algo restritivo, aumenta às chances de frustrações que comprometerão a adesão à dieta. Não é preciso recusar convites ou deixar de consumir aquilo que gosta. Dentro de uma alimentação saudável há espaço para todos os alimentos. Alguns precisam ser consumidos com maior frequência, outros somente de vez em quando. Manter o foco na dieta é determinante para evoluir na perda de peso, contudo, não pode ser o motivo para se declarar guerra à comida.
Dicas importantes de vários nutricionistas que vale a pena ler e reler.
8 de abril de 2016
Sabe com quem está falando
O Homem é um cadáver adiado . definição de Fernando Pessoa que serve de mote a uma explicação sobre a insignificância da pessoa, de qualquer pessoa, por muito em conta que ela se tenha. Somos mesmo um minúsculo grão de areia.
6 de abril de 2016
Desistência
Significado de desistência. O que é desistência: S.F. Ato de desistir de algo ou de alguém. Abandono, abdicação, renúncia.
Não sou daqueles que acha que nunca se deve desistir. Ás vezes a desistência pode ser a decisão mais acertada. No entanto, para que você não se arrependa de desistir prematuramente dos seus objetivos ou dos esforços já realizados, e deitar tudo a perder, importa pensar e agir de forma mais racional.
Quando iniciamos qualquer projecto seja ele uma dieta, uma mudança de vida, aprender uma língua estrangeira, estabelecer novas amizades, um novo estilo de vida, um desporto, um novo negócio ou outra coisa qualquer, costumamos iniciá-los cheios de energia e motivação mas com o passar do tempo, principalmente se não obtivermos os resultados expectáveis de imediato, pensamos em desistir. Ficam aqui meia dúzia de dicas para pôr em prática e tornar a desistência um acto reflectido.
- Estabeleça metas realistas. Para atingir um objectivo procure dividir em pequenas fases e definir metas atingíveis. Se o objectivo for muito difícil ou demorar demasiado, aumentamos a probabilidade de desistir do que nos propusemos fazer.
- Sempre que atingir uma dessas metas intermédias, congratule-se e se for caso disso premeie-se com algumas palavras de incentivo e auto motivação.
- Quando pensar em desistir, lembre-se porque é que começou, isso vai ajudá-lo a focar-se de novo no processo e no objectivo.
- As coisas têm tendência a piorar antes de melhorar. Todas as caminhadas são difíceis e há períodos de estagnação e até mesmo de retrocesso, mas há também um momento em que a evolução se dá. Quando pensar em desistir pense que a mudança pode estar logo ali, a um passo.
- Olhe para a questão de outra perspectiva. Se está a atravessar uma situação problemática em que as soluções parecem não aparecer, procure olhar para a questão de um novo ângulo porque outras soluções irão aparecer.
- Persista apenas mais um dia. Se de cada vez que pensar em desistir, adiar a decisão apenas mais um dia, pode acontecer que quando o desânimo passar a vontade de desistir também tenha desaparecido. No dia seguinte reanalise o que sente e, se for caso disso, reorganize-se internamente e, se chegar mesmo à conclusão ponderada que deve desistir, avance para outro projecto. O que não deve é desistir de si. Nunca!
24 de março de 2016
Uma mulher inspiradora
Às vezes ajuda sentir-me grata por lá ter estado, porque isso deu-me, sou mais rica do que as outras pessoas, a minha reacção à vida é muito diferente. Todos se queixam:"Isto é tão horrível, isto..." Não é assim tão horrível.
Quando se esteve mesmo no fundo do inferno e se volta à superfície, aprende.se o que importa na vida e o que não tem importância. E são poucas as coisas que importam, a vida e as relações humanas, tudo o resto não tem qualquer importância.Podemos viver sem isso. E por causa disso sou muito mais feliz.
Depende de mim a vida ser boa ou má,não da vida, de mim! Tudo é bom e mau. Eu olho para o lado bom. Porque mesmo o horrível tem um lado bonito.Todos os dias da vida são bonitos.
Palavras da extraordinária Alice Sommer, aos 109 anos,a mais velha sobrevivente do holocausto em todo o mundo quando filmou a curta metragem "The Lady in Number 6".
The Lady in Number 6 é um filme documentário de curta-metragem dirigido e escrito por Malcolm Clarke. Vencedor do Oscar 2014, relata a história de Alice Herz-Sommer, uma pianista que sofreu o Holocausto e morreu em 2014 com 110 anos
Podem ver aqui.
2 de março de 2016
Ser forte
Era uma pessoa forte. Houve uma altura em que tinha força de vontade, em que era capaz de tudo,ou quase tudo, a que me propusesse, de correr 10 km antes do pequeno almoço ou de viver de 1500 calorias durante semanas e semanas, sem desistir face a nada ou ninguém. Era uma das coisas que o meu ex marido admirava em mim,dizia ele, a minha obstinação, a minha força. Lembro-me de uma discussão, já bem perto do divórcio, em que ele me perguntou onde estava a minha força, quando é que me tinha tornado tão fraca, quando é que aprendera a desistir. Não sei para onde foram as minhas forças, não me lembro de as ter perdido ou sequer de as procurar, só me lembro da sensação de derrota permanente, de não ser suficientemente boa ou capaz. Acho que as fui perdendo aos poucos, com as derrotas e dificuldades da vida, com as agruras que vivi, pelo simples facto de existir.
Este desabafo, ouvido no decorrer de uma sessão de psicoterapia, fez-me pensar, muito.
Há pessoas que por não serem ou não se sentirem amadas e apreciadas vão perdendo aquela sensação de segurança que eventualmente um dia sentiram. Se os nossos pais nos amaram, acreditaram em nós, nas nossas potencialidades e capacidades, construímos uma forte auto estima e a tal força interior que parece indestrutível. Mas, se ao longo da vida, nos rodearmos de pessoas que não nos valorizam, que não nos fazem sentir únicas e especiais, que nunca nos dizem nada de positivo e só nos deitam abaixo, vamos perdendo, aos poucos, a capacidade de resiliência e, um dia, quando damos conta, estamos sem forças, derrotadas,como a S.
Não ponham a vossa vida na mão de ninguém, não dêem a alguém tanto poder que a vossa vontade fica sem vontade de viver e ser feliz. Cuidem-se!
29 de fevereiro de 2016
Mudar
Há alturas na vida em que só precisamos de mudar de atitude. Ter essa coragem. Sair um bocadinho da nossa zona de conforto e permitir que o principio também possa ser meio e tempo de maturação. Desejar que o fim seja só o dos livros e dos filmes que nos fazem sonhar e suspirar, aceitar que não estamos sempre certos, que a razão não está sempre do nosso lado e que a vida não é sempre boa e cor de rosa. Interiorizar que mudar não é desistir, pelo contrário, mudar implica força e muita coragem. E juntar o ingrediente mais difícil de todos: acreditar!
22 de outubro de 2015
O poder da mudança
“Era uma vez duas rãs que caíram numa tigela de nata. Imediatamente começaram a afundar; era impossível nadar ou boiar naquela massa espessa como areia movediça. No começo, as duas mexiam as pernas tentando inutilmente chegar à borda do recipiente. Só conseguiam espirrar nata para todos os lados sem sair do lugar, afundando mais. Sentiam que era cada vez mais difícil respirar. Uma delas falou: – Não adianta. É impossível sair daqui. Não consigo nadar neste liquido pegajoso. Já que vou morrer mesmo, para quê prolongar a dor? Não vejo sentido em morrer extenuada por um esfo“Era uma vez duas rãs que caíram numa tigela de creme. Imediatamente começaram a afundar; era impossível nadar ou boiar naquela massa espessa como areia movediça. No começo, as duas mexiam as pernas tentando inutilmente chegar à borda do recipiente. Só conseguiam espirrar creme para todos os lados sem sair do lugar, afundando mais. Sentiam que era cada vez mais difícil respirar. Uma delas falou: – Não adianta. É impossível sair daqui. Não consigo nadar neste líquido pegajoso. Já que vou morrer mesmo, para que prolongar a dor? Não vejo sentido em morrer extenuada por um esforço inútil. Então ela parou de bater as pernas e afundou de vez, literalmente engolida pela massa branca. A outra rã, mais persistente, ou talvez mais teimosa, disse a si mesma: – Não tem jeito! Não dá para sair daqui. Porém, já que a morte está chegando, vou lutar até ficar sem fôlego. Não quero morrer nem um segundo sequer antes da hora.
Ela continuou batendo as pernas sem sair do lugar,
sem avançar um centímetro, por horas a fio. E assim, depois de tanto
mexer a massa, a nata virou manteiga. A rã, surpresa, deu um pulo e
foi patinando até a borda da tigela. E saiu coaxando alegremente de
volta para casa. ”
Jorge
Bucay
Face às dificuldades podemos desistir ou persistir. A escolha é tua.
Que rã costumas ser?
16 de outubro de 2015
Nova paixão
Estou uma adepta fervorosa das aulas de bike, spinning, RPM ou como bem lhe quiserem chamar. No fundo, são aquelas aulas em que te reunes com mais meia dúzia de doidos, elas de leggings ou calções e eles com calções justos, reforçados nos fundilhos para proteger zonas de alta sensibilidade. Ambos de t-shirt, umas cavadas outras nem tanto, e alguns com ténis xpto, próprios da modalidade. Todos munidos de toalha e garrafa com água, dois objectos essenciais no decorrer da aula, e prontos para sofrer.
Entra o monitor e testa o som e o microfone enquanto as almas penadas esperam, ainda meio ensonadas, que o relógio marque as 7.00 da matina.
Há hora certa, entramos em fila indiana, tal e qual os meninos da escola, para uma sala circular com bicicletas estáticas colocadas frente a dois enormes écrans que a essa hora projectam já o filme de uma estrada, ora de alcatrão ora de terra batida, com a imagem de dois ou três ciclistas, homens, claro, que a percorrem aparentemente sem grande esforço.
Ajustadas as bicicletas à altura de cada um, diminui-se a intensidade da luz e ouve-se o primeiro "Bom dia turma! Estamos numa aula de nível 3. Estão prontos? Vamos lá, deixa rolar."
E aí vamos nós, atrás dos ciclistas do filme. Inicialmente, estamos todos sincronizados, pedalamos, sem resistência, logo, sem esforço, num ritmo calmo, de aquecimento. Passados os minutos iniciais ouvimos uma voz, ainda calma, a informar que por esta altura os nossos batimentos cardíacos devem estar nos 65%. É-nos explicado que iremos trabalhar numa escala de 0 a 10 de intensidade e que nesse momento devemos, idealmente, estar a sentir um seis e meio.
Pronto, a partir daqui é a loucura total, são ajustes de carga, a chamada resistência, contínuos, sempre a aumentar, e as rotações ora a 110 "estamos a descer, minha gente, é velocidade nessa perna" ora a 90 " são três subidas de montanha, começa agora a primeira" ora a 65 porque a resistência está a um nível insuportável tanto para a perna que não consegue puxar mais como para o pulmão que se esforça por encontrar ar (nas alturas em que se consegue respirar) porque há outras em que já nem isso se consegue e apenas se arfa. O suor corre em bica e é aqui que entram em acção os tais dois objectos imprescindíveis - a toalha e a garrafinha de água - a roupa encharcada e o cabelo colado à cabeça.
Começam as caretas, cerrar de dentes e esgares de dor. Tudo vale para que se consiga aguentar outra subida que se inicia segundos depois da primeira ter terminado. Descanso nem vê-lo. Intensidade de dor de oito, oito e meio, nove e continuamos a aumentar carga e a subir montanha. Por esta altura, aquela voz que nos dava instruções de inicio de forma calma, está já aos gritos, numa vã tentativa de nos manter motivados a continuar com aquele esforço sem fim à vista. O suor escorre, entra nos olhos, desliza pelo pescoço, ombros e costas, as pernas fervem do esforço exigido, o coração palpita desalmadamente numa tentativa de fazer chegar o oxigénio onde ele é preciso, às pernas, o cérebro momentaneamente privado desse néctar brinda-nos com tonturas e grita para termos juízo e pararmos. Ok. Concordamos e fazemos-lhe a vontade. "Muito bem, turma, alivia, normaliza a respiração, aproveita para beber água e vamos lá, começa de novo a carregar a perna, ajusta a carga e sobe". Hã? Como? Ainda nem tinha percebido que estávamos nos 15 segundos de intervalo e já vamos de novo iniciar o martírio das subidas e descidas e carga e aperta e ajusta e respira e solta os braços e endireita as costas, e levanta a cabeça, e respira, e aumenta resistência, e braços à frente, e braços ao lado, e aumenta carga e sobe, e.. e.. meu deus, isto não acaba? Lá muito ao fundo consigo ouvir o Jorge a dizer "chegámos ao nove e meio, o meio restante guardamos para a próxima aula. alivia e deixa rolar, trava e desce". Devagarinho, muito a custo, deixo o selim e quando quero pôr as pernas no chão, elas cedem, tremem que nem gelatina, a força desapareceu. A verdade é que os 60 minutos de aula passam a correr e a sensação é boa demais. Quem tem força para olhar para a cara dos companheiros percebe que não há ninguém com ar fresco e composto, está toda a gente com cara de quem saiu de uma grande batalha. Mas a felicidade de termos conseguido, mais uma vez, é enorme. Quem consegue ainda diz bom dia, a maioria apenas abana a cabeça e vamos todos para o banho que o dia de trabalho vai começar.
P.S. O cansaço é tão grande quando saio que já é o segundo dia que visto a camisola do avesso. O Tico e o Teco, coitados, depois deste esforço intenso, nem pensam direito.
14 de outubro de 2015
Exercicio para trabalhar a auto-estima
Deixo aqui um pequeno exercício que se faz em dinâmica de grupo para aumentar a auto-estima dos participantes e fomentar a integração, mas que pode perfeitamente ser realizado por cada um de nós com esse mesmo objectivo.
- escrever o que quer da vida, seus objectivos e sonhos
- enumerar as suas qualidades e defeitos
- perceber o que pode melhorar de imediato e, depois, a longo prazo
- reflectir sobre o que está a fazer para atingir os objectivos listados no inicio
9 de outubro de 2015
É tão fácil não gostar. Não querer. Não correr. Permanecer naquilo que já conhecemos. Que não nos surpreende. Saber de cor os dias. e ter as noites controladas. Ter o passo seguinte traçado e o caminho meio rabiscado. É tão simples prescindir e não lutar. É tão fácil querer viver no vazio. É simples esquecer sentir. Optar não tentar.
É tão parvo não gostar quando se gosta. É idiota não querer quando se quer. É estúpido não arriscar. É triste o medo ganhar.
É pequenino não querer ser grande.
- Rita Leston -
O conformismo pode ser cómodo mas não leva à felicidade plena. Ficar na zona de conforto e não arriscar, ser controlado pelo medo e não tentar é meio caminho andado para a desilusão e para o arrependimento no futuro. Quem não arrisca vive apenas pela metade.
8 de outubro de 2015
Alteração de hábitos
No inicio deste ano lectivo, o Miguel mudou de escola para uma mais perto de casa e isso permitiu-me alterar o horário de treino. Agora, acordo às 6.30 h, da manhã, , entro no ginásio às 7.00, treino, e às 8.30 vou buscá-lo para o levar à escola e começar o dia de trabalho. Tem sido bom, mesmo bom! Não sei como será quando mudar a hora e começar o inverno, o frio e a chuva, mas até agora tem sido perfeito. É como tomar um shot de energia matinal.
Subscrever:
Mensagens (Atom)