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2 de junho de 2018
23 de março de 2018
Eco da vida
Atrais o que transmites, a vida é um eco, se não gostas do que estás a receber, observa o que estás a transmitir.
13 de março de 2018
Obstáculos
Cada obstáculo é uma prova a superar, é a vida a testar de que somos feitos.
Cada prova, uma aprendizagem.
Se olhamos para trás e virmos que continuamente cometemos os mesmos erros, como se em loop continuo vivêssemos, se usamos as mesmas estratégias e decidimos da mesma maneira, com base nas mesmas emoções e pensamentos, é claro que só podemos obter os mesmos resultados.
Tantas vezes ouvimos dizer que a vida se repete, que há ciclos, que as etapas parecem ser sempre as mesmas e não somos capazes de perceber o porquê, como se um qualquer destino estivesse já predestinado e nada ou ninguém o pudesse mudar, como se não houvesse qualquer controlo sobre o que nos acontece e as lições que temos para aprender. Estamos preparados para repetir as mesmas experiências vezes e vezes sem conta a menos que consigamos aprender o que temos para aprender.
Quando estamos perdidos no melodrama pessoal não saímos dessa armadilha e não evoluímos.
Está na hora de parar, reequilibrar e fazer diferente. A resposta para parar o karma é mais simples do que parece.
Simplifica e a vida retribui.
Liberta-te das amarras do passado e da culpa.
Treina o Amor e a Compaixão e estarás um passo mais próximo de ser feliz.
20 de fevereiro de 2018
O Homem da minha vida
Era uma sexta feira, fomos a Loures e deste-me o fio num impulso. Ias comprar outro para ti. Algo tão simples e tão teu. Foi um momento do mais puro Amor. Depois, ... bem, ... depois, ... tudo acabou, ...apenas ficou a dor.
A tua ausência dói e a saudade aperta. São os sentidos sem sentido, não há cheiro, toque, olhar, abraço, não há nada. Nunca mais os teus conselhos. Nunca mais os caracóis, as cerejas ou os camarões. Nunca mais a música partilhada e as letras que teimavas em inventar. Nunca mais tanta coisa.
Nunca é demais.
É uma dor que aperta e sufoca.
É uma tristeza que se instala e turva a vida.
É um peso enorme no peito que angustia porque te sinto em tanta coisa e em tanto lado: as cerejas que não consegui comer este ano, o Sporting que persiste em fazer-nos sofrer, o frango no forno que temos para jantar, o fio que ponho quando te quero próximo, o pensamento em turbilhão, o sopro, o coração a bater no peito, as azeitonas pretas e pequeninas, o perfume que aguça a memória, a camisola que me abraça, o cachecol que ofereci, a foto, o amor, a saudade que dói, o carro, a casa que escolheste, o aperto no peito, a caixa que não abro, as canetas, a mão que sinto, o ser, o orgulho, a agressividade que quero controlar, o mar, os barcos, a moamba e o picante, o lugar à mesa que é teu, os pássaros que agora me chamam, o vento, os amigos que falam de ti, a mãe, a música que sei que ias gostar, os cadernos com aquela letra, as sardinhas, os caracóis, as férias, as goiabas que plantaste, o presunto, fevereiro que parece não ter fim, a fruta, o Natal. Tudo e tanto. Memórias que te mantêm comigo a todo o instante.
Este ano foi duro, muito duro e dar um sentido à dor não está a ser fácil. Houve traições, (poucas), desapegos (alguns), pessoas próximas que se afastaram e pessoas boas, (muitas), que se revelaram. A Rujoca fechou e os incêndios queimaram a Terra. Parecia que a tua pegada se estava a apagar. Mas a tua pegada somos nós, e enquanto nós vivermos e recordarmos e sentirmos, tu estarás aqui.
Foste um Grande Homem e um avô babado, presente, atento, com valores, histórias e experiências. Acolheste os meus filhos. Primeiro, o Miguel, depois o Bruno. Orgulhavas-te da Mónica e adoptaste o Sta como neto. Foste farol, guia e alicerce e sei que podia contar sempre contigo, para tudo, em tudo. Nunca me falhaste. Deixaste em mim mais do que pensas e quando dizem que sou parecida contigo, isso enche-me de orgulho. Foste a minha referência de Pessoa e de Homem e saber que aprendi a lição é bom.
Ainda vou plantar a tal cerejeira em jeito de pequena homenagem porque recordar-te e seguir o que me ensinaste é a melhor forma de te lembrar.
Hoje a saudade transbordou.
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22 de julho de 2016
SER Feliz
Meu avô dizia: para ser feliz, a gente não precisa sair do lugar, a gente tem que ser o lugar. Ele me advertia com seu olhar de madrepérola. Eu não entendia. Ser feliz para mim era sair de casa, depois da cidade e, se possível, do país.
Acreditava que quanto mais longe do início mais perto do final. Julgava a independência um modo de fugir. Descobri que estava errado. Quanto mais longe do final mais perto do começo. Nada mais alto, banal e humano do que dizer: “eu sei ser feliz”. Dor, susto e tragédia, a gente já nasce sabendo. Saber ser feliz exige décadas para entender e, ao mesmo tempo, pede tão pouco. Basta um ter o outro. Ficar horas conversando abraçados. Não depender de lugares famosos, de restaurantes, de aventuras exóticas para contar depois.
A felicidade é uma impressão, uma intensidade, que não há como descrever para os amigos. Muitas vezes, se vive somente para relatar o quanto nossa vida é impressionante, mas lá no fundo persiste uma mágoa desconfiada de não vivermos o que realmente desejamos. O que desejamos não se diz, se arde.
Saber
ser feliz é se deliciar com bobagens e lembranças, brincadeiras e com a
proximidade do corpo. Não deixar o corpo ser apenas um corpo.
Autor desconhecido.
Autor desconhecido.
8 de abril de 2016
Sabe com quem está falando
O Homem é um cadáver adiado . definição de Fernando Pessoa que serve de mote a uma explicação sobre a insignificância da pessoa, de qualquer pessoa, por muito em conta que ela se tenha. Somos mesmo um minúsculo grão de areia.
6 de abril de 2016
Desistência
Significado de desistência. O que é desistência: S.F. Ato de desistir de algo ou de alguém. Abandono, abdicação, renúncia.
Não sou daqueles que acha que nunca se deve desistir. Ás vezes a desistência pode ser a decisão mais acertada. No entanto, para que você não se arrependa de desistir prematuramente dos seus objetivos ou dos esforços já realizados, e deitar tudo a perder, importa pensar e agir de forma mais racional.
Quando iniciamos qualquer projecto seja ele uma dieta, uma mudança de vida, aprender uma língua estrangeira, estabelecer novas amizades, um novo estilo de vida, um desporto, um novo negócio ou outra coisa qualquer, costumamos iniciá-los cheios de energia e motivação mas com o passar do tempo, principalmente se não obtivermos os resultados expectáveis de imediato, pensamos em desistir. Ficam aqui meia dúzia de dicas para pôr em prática e tornar a desistência um acto reflectido.
- Estabeleça metas realistas. Para atingir um objectivo procure dividir em pequenas fases e definir metas atingíveis. Se o objectivo for muito difícil ou demorar demasiado, aumentamos a probabilidade de desistir do que nos propusemos fazer.
- Sempre que atingir uma dessas metas intermédias, congratule-se e se for caso disso premeie-se com algumas palavras de incentivo e auto motivação.
- Quando pensar em desistir, lembre-se porque é que começou, isso vai ajudá-lo a focar-se de novo no processo e no objectivo.
- As coisas têm tendência a piorar antes de melhorar. Todas as caminhadas são difíceis e há períodos de estagnação e até mesmo de retrocesso, mas há também um momento em que a evolução se dá. Quando pensar em desistir pense que a mudança pode estar logo ali, a um passo.
- Olhe para a questão de outra perspectiva. Se está a atravessar uma situação problemática em que as soluções parecem não aparecer, procure olhar para a questão de um novo ângulo porque outras soluções irão aparecer.
- Persista apenas mais um dia. Se de cada vez que pensar em desistir, adiar a decisão apenas mais um dia, pode acontecer que quando o desânimo passar a vontade de desistir também tenha desaparecido. No dia seguinte reanalise o que sente e, se for caso disso, reorganize-se internamente e, se chegar mesmo à conclusão ponderada que deve desistir, avance para outro projecto. O que não deve é desistir de si. Nunca!
7 de março de 2016
Sou o que quero ou o que os outros querem?
Jung escreveu: A triste verdade é que a vida humana consiste num complexo de opostos inseparáveis. Dia e noite, nascimento e morte, felicidade e miséria,bem e mal. Nem sequer estamos perto de que o bem superará o mal ou a alegria derrotará a dor.
Todos vivemos numa luta permanente entre os nossos anseios mais ou menos profundos e o que a família e a sociedade esperam de nós.Esses dois desejos opostos provocam ansiedade quando não sabemos a quem atender. Se por um lado precisamos dessas regras culturais para uma sã convivência em sociedade por outro lado isso impede-nos muitas vezes de lutar pelo que queremos com medo do confronto, aceitando e acomodando-nos ao que os outros querem.
Para reflexão, observe esta lista de valores paradoxais:
Valores que desejo
|
Valores
que a família, a religião e a sociedade exigem
|
Sucesso
|
Humildade
|
Gula
|
Jejum
/ Moderação
|
Alegria
|
Dor
(crescemos num momento de dor)
|
Facilidade
|
Sacrifício
e Dificuldades
|
Sexo
|
Celibato
/ Monogamia
|
Dinheiro
|
Pobreza
(nos leva para o céu)
|
Felicidade
na terra
|
Felicidade
nos céus
|
Trabalhar
é prazer
|
Trabalhar
é obrigação
|
Não
fazer nada
|
Sempre
fazer algo
|
Dizer
não
|
Dizer
sim
|
Ter
privacidade
|
Deixar-se
invadir
|
Eu
sou o mais importante
|
O
outro é o mais importante
|
Eu
me amo
|
Amo
o próximo
|
Ter
liberdade
|
Obedecer
às autoridades e aos mais velhos.
|
O
último pedaço de pizza é meu
|
O
último pedaço de pizza é seu
|
Falo
o que quero
|
Sou
bonzinho para agradar
|
Tenho
os meus desejos
|
Criança
não tem querer
|
Gasto
muito agora
|
Economizo
para o futuro
|
Aventura
|
Segurança
|
Eu
me trato da melhor maneira
|
Trato
as visitas melhor que a mim
|
Faço
o que quero
|
Obedeço
|
Dormir
até tarde
|
Acordar
cedo (Deus ajuda quem cedo madruga)
|
Ir
ao parque de diversões
|
Ir à igreja
|
Guardar bens |
Dar
(vender tudo para doar aos pobres)
|
Possuir
para gastar
|
Dar
tudo aos necessitados
|
O difícil é encontrar um equilíbrio relativo entre aquilo que o seu coração anseia e o que os outros desejam. Mas só se é feliz quando se luta pelo que se quer.
7 de janeiro de 2016
Todo o sentimento
Preciso não dormir
Até se consumar
O tempo
Da gente
Preciso conduzir
Um tempo de te amar
Te amando devagar
E urgentemente
Pretendo descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez
Que recolhe todo o sentimento
E bota no corpo uma outra vez
Prometo te querer
Até o amor cair
Doente
Doente
Prefiro então partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente
Depois de te perder
Te encontro, com certeza
Talvez num tempo da delicadeza
Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei, como encantado
Ao lado teu
(Chico Buarque)
6 de outubro de 2015
Acabar com o papel de vitima
O psicólogo paulistano, nascido na Aclimação como Janderson Fernandes de Oliveira, entende que todos os problemas existenciais e da humanidade têm origem no fato de o ser humano transferir a responsabilidade pela sua felicidade para o outro e se colocar sempre como vítimas.
"Todas as crises têm origem em nós mesmos. Somos cocriadores do bem e
do mal", afirma. "Nós, brasileiros, somos todos responsáveis pela
corrupção e pela violência."
Prem Baba também elogia o papa Francisco, critica o fundamentalismo e a intolerância religiosa e fala da força destrutiva de sexo, dinheiro e poder. A seguir, os principais trechos da entrevista.
Folha - Como um psicólogo que buscava respostas na ciência foi encontrá-las na religião?
Sri Prem Baba - Quando a psicologia vai fundo esbarra na esfera espiritual. Por que as pessoas têm tanta dificuldade para se relacionar? Por que precisam sofrer mesmo amando umas as outras? Tentei encontrar respostas no catolicismo, no kardecismo, no budismo, na umbanda. Cheguei a um beco sem saída, com direito a síndrome do pânico, depressão, ceticismo. Quando encontrei meu guia Maharajji [mestre de uma comunidade espiritual em Rishikesh, na Índia], me sentia em uma floresta escura, mas já não estava só.
Encontrou as respostas?
É conseguir amar sem querer nada em troca. Todos carregamos esse poder. Só que nos distanciamos disso devido a traumas, condicionamentos, humilhação, exclusão e dores. Meu grande questionamento é por que as pessoas não são capazes de criar relações saudáveis. A angústia da humanidade é querer se relacionar de forma positiva, mas não saber como.
O senhor descobriu?
Meu livro é um convite para uma reflexão profunda a respeito das relações humanas, especialmente das afetivas-sexuais. Enquanto não formos capazes de ser felizes no casamento, nós vamos dar passagem para filhos que também serão infelizes, ao reproduzirmos padrões destrutivos, sofrimento e ignorância. Uma sociedade baseada na cultura de paz e prosperidade precisa "ressignificar" o casamento, como espaço de respeito, transparência, amor, honestidade e autorresponsabilidade.
Se é tão problemático por que continuar casando?
Pela cultura, pela religião, por uma inconsciência coletiva. As pessoas são mecanicamente levadas a se casar e a ter filhos sem refletir para onde estão indo. Nossa educação tem destruído a humanidade. É focada na guerra, em como ganhar dinheiro e ter sucesso, mas não ensina como ser feliz. Os valores foram se perdendo e isso gera crises na economia, na política, no meio ambiente.
Depois de casar três vezes, o que aprendeu?
Todas as minhas relações foram maravilhosos instrumentos de aprendizado. Eu ainda culpava o outro pelas minhas dificuldades e pela incapacidade de amar e de ser feliz. Fui descobrindo que tinha aprendido a ser ciumento, possessivo, inseguro. Criança nasce amando, confiando. Aprende o contrário em casa. Temos que interromper esse ciclo vicioso de procriar a ignorância e a dor.
Recomenda o casamento?
Fui casado, namorei um monte. Agora, estou sozinho. Sinto que já vivi o que tinha para viver nessa área. Tirando todo o romantismo, relacionamento é universidade. Você só tira o diploma quando consegue deixar o outro livre até para não te amar se ele não puder ou não quiser.
Como mudar essa chave?
Temos um movimento chamado Awaken Love [Amor Desperto]. O objetivo é disseminar valores como honestidade, autorresponsabilidade, gentileza, dedicação e beleza. Estamos tentando tornar política pública um projeto para que escolas abram espaços para as crianças lidarem com sentimentos. Onde recebam o ensino secular, mas possam aprender valores que levem à cooperação, à não violência e à união.
A escola está preparada?
Estamos focados na figura dos educadores e fazendo mediação com as famílias. Muitas vezes, os pais se assustam com a sexualidade dos filhos. Assim como os professores. Até porque eles próprios não têm a sexualidade resolvida. E aí acabam repetindo traumas que sofreram na infância. Por isso, atuamos na educação, uma das maneiras de ressignificar as relações humanas.
Por que o Brasil é uma sociedade tão violenta?
O que a gente entende por violência e maldade são mecanismos de defesa criados para nos proteger das dores. Quanto maior a maldade e a violência, maior é a dor que a pessoa carrega. Precisamos tocar nessa dor.
Encarcerar jovens a partir de 16 anos resolve?
Crimes hediondos são uma realidade que precisa ser paralisada. Porém, é importante compreender que o encarceramento não vai resolver. Vai aumentar o problema. A dor, a revolta e a vingança vão aumentar. Temos que tratar a doença, a causa, não só o efeito e o sintoma.
A redução da maioridade penal é uma bomba-relógio?
Sim. A violência no Brasil se tornou endêmica, ao mesmo tempo que cultivamos a crença de que o mal mora somente no coração de criminosos, de pessoas de caráter duvidoso, de terroristas, mas nunca dentro de nós mesmos.
É criticar o político corrupto e sonegar impostos?
Exatamente. A gente tenta fugir dos problemas, assim como fugimos das dificuldades numa relação afetiva. Por que um jovem está dando passagem para uma violência? Por que se tornou moda no Rio matar a facadas? Isso precisa ser olhado de frente. Nosso trem saiu dos trilhos e estamos tentando resolver de fora para dentro.
Somos todos responsáveis pelas crises individuais e coletivas?
Todas as crises, assim como a violência e a corrupção, têm origem em nós mesmos. E a chave para curar tudo isso está dentro de nós também. O problema é a adição, o vício no sofrimento. Em algum momento, a energia vital, a própria sexualidade, acabou se casando com o sofrimento. Chamo isso de ciclo vicioso do sadomasoquismo.
Ninguém é vítima então?
Todos somos cocriadores de tudo, do bem e do mal. Percebo isso hoje na política, na crise moral, na Lava Jato. É óbvio que temos lideranças corruptas, mas é verdade também que somos coniventes. Só começamos a acordar agora.
Enxerga mudanças?
Sinto que tudo isso está fazendo com que o brasileiro assuma responsabilidades. Nós somos todos responsáveis pela corrupção, pela violência. Precisamos de mais consciência na hora de votar.
Adianta demonizar a política e os políticos?
O descrédito na política se deu por conta de uma crise ética. E ela tem base nas mesmas raízes da crise do casamento. Por que o corrupto faz o que faz? Por que ele rouba, engana, falsifica? Sexo, poder e dinheiro. Para dominar. No seu eu mais profundo, ele acredita ser inferior. Existe uma dor ali que não foi tratada nem compreendida. Por isso, estou tentando influenciar novos líderes. Não adianta querer resolver os problemas sociais e econômicos de fora para dentro.
Qual a consequência de não assumirmos nossas responsabilidades nesse todo?
Aí está uma das raízes da guerra. É o que faz com que uma pessoa acuse a outra, uma cidade acuse a outra, um país acuse o outro. Ninguém assume sua própria responsabilidade.
Sexo, poder e dinheiro são destrutivos?
São três forças que poderiam propiciar ascensão da humanidade, mas, por terem sido corrompidas, criaram a miséria humana. É usar o dinheiro para dominar o outro, para mostrar poder. Com o sexo é a mesma coisa.
Por que tanto uso de antidepressivos e medicamentos para dormir?
Li numa pesquisa que o segundo medicamento mais vendido no mundo é remédio para dormir. O primeiro, pílula anticoncepcional. Curiosíssimo. Aonde chegamos? Isso nos faz perceber o grau de sofrimento e dor do ser humano, que lhe impede de ter sono. As pessoas não desligam mais. Estão o tempo todo buscando saídas. A infelicidade se manifesta como ansiedade, depressão e falta de sentido da vida.
Estamos fugindo das dores, do luto?
Exatamente. Um dos caminhos para atravessar esse vale escuro, de sair de um velho para um novo casamento, é a disponibilidade de sentir, inclusive frustração e tristeza, sem tentar amortecer isso. A crise básica que permeia a vida humana é acreditar que a felicidade vem do outro. Se estamos sem dinheiro, trabalho, sozinho, a culpa é do outro, de Deus, do carma ou da macumba. Sempre fora de nós. Por isso, o autoconhecimento é chave para superar sofrimento e vícios destrutivos das relações.
O que acha dessa onda conservadora no país?
Tenho acompanhado coisas lamentáveis, como religiosos se opondo à homossexualidade em pleno século 21, campanhas a favor de encarceramento dos jovens, homofobia, intolerância religiosa. Estou trabalhando em um documentário que vai reunir lideranças religiosas do planeta a fim de encontrar aquilo que existe em comum nas religiões.
Quem vai participar?
Estamos tentando chegar ao papa Francisco e ao Dalai Lama. Chamamos um líder islâmico e outro hinduísta. Vamos dialogar com lideranças religiosas que não compactuam com violência em nome de Deus. Se gera destruição, morte e sofrimento não é divino.
Por que cresce o fundamentalismo?
Pelo desconhecimento das sombras da miséria humana. Existe fundamentalismo não só no islamismo, mas também no cristianismo, nas denominações cristãs, no hinduísmo, no judaísmo. Fanatismo é aceitar ou rechaçar sem questionar. Estão perdidos em um baile de mascaras, desconectados, carentes de afago e reconhecimento. A inconsciência vai reproduzindo cada vez mais inconsciência. O que aconteceu na Alemanha nazista acontece, em menor grau, o tempo todo em todos os lugares.
A banalidade do mal se espalhou?
Sim. É triste. Lamentável.
O que acha do papa Francisco?
Sou um grande admirador. Esse papa conquistou meu coração fazendo pontes, criando caminhos. Foi visitar o Obama e levou de presente um livro de Osho [filósofo indiano morto em 1990]. Um mestre espiritual que já criticou o catolicismo. Isso é sinal de abertura e maturidade [O papa ofereceu a Obama uma brochura de sua exortação apostólica "A Alegria do Evangelho" e dois medalhões. O livro de Osho foi divulgado pela Internet como um dos presentes, mas se tratava de brincadeira].
Por que tanta ignorância, estupidez e falta de amor no mundo?
A raiz da crise hoje –e que podemos dizer que se deve à ignorância- é espiritual. É o esquecimento da nossa verdadeira natureza. Nos esquecemos de quem somos, do que viemos fazer aqui, da razão real que nos faz acordar pela manhã. Qual é o propósito da nossa alma? Esse planeta não é um shopping center. Não é um lugar para ficar três dias, comprar coisas, casar, ter filho e ir embora. Precisamos acordar. A razão real de estar aqui é nos amarmos sem nos machucar nem machucar o outro.
A humanidade não deu certo?
Boa pergunta. Não sou fatalista nem pessimista. Sinto que essa crise global é uma grande possibilidade.
O senhor se definiu como uma pessoa simples. Por que chegou aqui em um utilitário da Mercedes-Benz?
Não é minha. Hoje, a pessoa que estava disponível para me trazer tem uma Mercedes. Mas já vim de Palio, Gol, Fox. Ou a pé. Amada, faço questão de responder essas questões. Sou sincero e transparente. Na Índia, moro num quarto. Assim como fico hospedado em palácio fico em uma cabana.
Esta entrevista faz-nos reflectir sobre vários aspectos do desenvolvimento humano e das relações. Porque é que ainda continuamos a responsabilizar os outros pela nossa infelicidade e nos custa tanto assumir a responsabilidade integral pela nossa vida, crescimento e felicidade? Se calhar os outros não têm assim tanta culpa...
Prem Baba também elogia o papa Francisco, critica o fundamentalismo e a intolerância religiosa e fala da força destrutiva de sexo, dinheiro e poder. A seguir, os principais trechos da entrevista.
Folha - Como um psicólogo que buscava respostas na ciência foi encontrá-las na religião?
Sri Prem Baba - Quando a psicologia vai fundo esbarra na esfera espiritual. Por que as pessoas têm tanta dificuldade para se relacionar? Por que precisam sofrer mesmo amando umas as outras? Tentei encontrar respostas no catolicismo, no kardecismo, no budismo, na umbanda. Cheguei a um beco sem saída, com direito a síndrome do pânico, depressão, ceticismo. Quando encontrei meu guia Maharajji [mestre de uma comunidade espiritual em Rishikesh, na Índia], me sentia em uma floresta escura, mas já não estava só.
Encontrou as respostas?
É conseguir amar sem querer nada em troca. Todos carregamos esse poder. Só que nos distanciamos disso devido a traumas, condicionamentos, humilhação, exclusão e dores. Meu grande questionamento é por que as pessoas não são capazes de criar relações saudáveis. A angústia da humanidade é querer se relacionar de forma positiva, mas não saber como.
O senhor descobriu?
Meu livro é um convite para uma reflexão profunda a respeito das relações humanas, especialmente das afetivas-sexuais. Enquanto não formos capazes de ser felizes no casamento, nós vamos dar passagem para filhos que também serão infelizes, ao reproduzirmos padrões destrutivos, sofrimento e ignorância. Uma sociedade baseada na cultura de paz e prosperidade precisa "ressignificar" o casamento, como espaço de respeito, transparência, amor, honestidade e autorresponsabilidade.
Se é tão problemático por que continuar casando?
Pela cultura, pela religião, por uma inconsciência coletiva. As pessoas são mecanicamente levadas a se casar e a ter filhos sem refletir para onde estão indo. Nossa educação tem destruído a humanidade. É focada na guerra, em como ganhar dinheiro e ter sucesso, mas não ensina como ser feliz. Os valores foram se perdendo e isso gera crises na economia, na política, no meio ambiente.
Depois de casar três vezes, o que aprendeu?
Todas as minhas relações foram maravilhosos instrumentos de aprendizado. Eu ainda culpava o outro pelas minhas dificuldades e pela incapacidade de amar e de ser feliz. Fui descobrindo que tinha aprendido a ser ciumento, possessivo, inseguro. Criança nasce amando, confiando. Aprende o contrário em casa. Temos que interromper esse ciclo vicioso de procriar a ignorância e a dor.
Recomenda o casamento?
Fui casado, namorei um monte. Agora, estou sozinho. Sinto que já vivi o que tinha para viver nessa área. Tirando todo o romantismo, relacionamento é universidade. Você só tira o diploma quando consegue deixar o outro livre até para não te amar se ele não puder ou não quiser.
Como mudar essa chave?
Temos um movimento chamado Awaken Love [Amor Desperto]. O objetivo é disseminar valores como honestidade, autorresponsabilidade, gentileza, dedicação e beleza. Estamos tentando tornar política pública um projeto para que escolas abram espaços para as crianças lidarem com sentimentos. Onde recebam o ensino secular, mas possam aprender valores que levem à cooperação, à não violência e à união.
A escola está preparada?
Estamos focados na figura dos educadores e fazendo mediação com as famílias. Muitas vezes, os pais se assustam com a sexualidade dos filhos. Assim como os professores. Até porque eles próprios não têm a sexualidade resolvida. E aí acabam repetindo traumas que sofreram na infância. Por isso, atuamos na educação, uma das maneiras de ressignificar as relações humanas.
Por que o Brasil é uma sociedade tão violenta?
O que a gente entende por violência e maldade são mecanismos de defesa criados para nos proteger das dores. Quanto maior a maldade e a violência, maior é a dor que a pessoa carrega. Precisamos tocar nessa dor.
Encarcerar jovens a partir de 16 anos resolve?
Crimes hediondos são uma realidade que precisa ser paralisada. Porém, é importante compreender que o encarceramento não vai resolver. Vai aumentar o problema. A dor, a revolta e a vingança vão aumentar. Temos que tratar a doença, a causa, não só o efeito e o sintoma.
A redução da maioridade penal é uma bomba-relógio?
Sim. A violência no Brasil se tornou endêmica, ao mesmo tempo que cultivamos a crença de que o mal mora somente no coração de criminosos, de pessoas de caráter duvidoso, de terroristas, mas nunca dentro de nós mesmos.
É criticar o político corrupto e sonegar impostos?
Exatamente. A gente tenta fugir dos problemas, assim como fugimos das dificuldades numa relação afetiva. Por que um jovem está dando passagem para uma violência? Por que se tornou moda no Rio matar a facadas? Isso precisa ser olhado de frente. Nosso trem saiu dos trilhos e estamos tentando resolver de fora para dentro.
Somos todos responsáveis pelas crises individuais e coletivas?
Todas as crises, assim como a violência e a corrupção, têm origem em nós mesmos. E a chave para curar tudo isso está dentro de nós também. O problema é a adição, o vício no sofrimento. Em algum momento, a energia vital, a própria sexualidade, acabou se casando com o sofrimento. Chamo isso de ciclo vicioso do sadomasoquismo.
Ninguém é vítima então?
Todos somos cocriadores de tudo, do bem e do mal. Percebo isso hoje na política, na crise moral, na Lava Jato. É óbvio que temos lideranças corruptas, mas é verdade também que somos coniventes. Só começamos a acordar agora.
Enxerga mudanças?
Sinto que tudo isso está fazendo com que o brasileiro assuma responsabilidades. Nós somos todos responsáveis pela corrupção, pela violência. Precisamos de mais consciência na hora de votar.
Adianta demonizar a política e os políticos?
O descrédito na política se deu por conta de uma crise ética. E ela tem base nas mesmas raízes da crise do casamento. Por que o corrupto faz o que faz? Por que ele rouba, engana, falsifica? Sexo, poder e dinheiro. Para dominar. No seu eu mais profundo, ele acredita ser inferior. Existe uma dor ali que não foi tratada nem compreendida. Por isso, estou tentando influenciar novos líderes. Não adianta querer resolver os problemas sociais e econômicos de fora para dentro.
Qual a consequência de não assumirmos nossas responsabilidades nesse todo?
Aí está uma das raízes da guerra. É o que faz com que uma pessoa acuse a outra, uma cidade acuse a outra, um país acuse o outro. Ninguém assume sua própria responsabilidade.
Sexo, poder e dinheiro são destrutivos?
São três forças que poderiam propiciar ascensão da humanidade, mas, por terem sido corrompidas, criaram a miséria humana. É usar o dinheiro para dominar o outro, para mostrar poder. Com o sexo é a mesma coisa.
Por que tanto uso de antidepressivos e medicamentos para dormir?
Li numa pesquisa que o segundo medicamento mais vendido no mundo é remédio para dormir. O primeiro, pílula anticoncepcional. Curiosíssimo. Aonde chegamos? Isso nos faz perceber o grau de sofrimento e dor do ser humano, que lhe impede de ter sono. As pessoas não desligam mais. Estão o tempo todo buscando saídas. A infelicidade se manifesta como ansiedade, depressão e falta de sentido da vida.
Estamos fugindo das dores, do luto?
Exatamente. Um dos caminhos para atravessar esse vale escuro, de sair de um velho para um novo casamento, é a disponibilidade de sentir, inclusive frustração e tristeza, sem tentar amortecer isso. A crise básica que permeia a vida humana é acreditar que a felicidade vem do outro. Se estamos sem dinheiro, trabalho, sozinho, a culpa é do outro, de Deus, do carma ou da macumba. Sempre fora de nós. Por isso, o autoconhecimento é chave para superar sofrimento e vícios destrutivos das relações.
O que acha dessa onda conservadora no país?
Tenho acompanhado coisas lamentáveis, como religiosos se opondo à homossexualidade em pleno século 21, campanhas a favor de encarceramento dos jovens, homofobia, intolerância religiosa. Estou trabalhando em um documentário que vai reunir lideranças religiosas do planeta a fim de encontrar aquilo que existe em comum nas religiões.
Quem vai participar?
Estamos tentando chegar ao papa Francisco e ao Dalai Lama. Chamamos um líder islâmico e outro hinduísta. Vamos dialogar com lideranças religiosas que não compactuam com violência em nome de Deus. Se gera destruição, morte e sofrimento não é divino.
Por que cresce o fundamentalismo?
Pelo desconhecimento das sombras da miséria humana. Existe fundamentalismo não só no islamismo, mas também no cristianismo, nas denominações cristãs, no hinduísmo, no judaísmo. Fanatismo é aceitar ou rechaçar sem questionar. Estão perdidos em um baile de mascaras, desconectados, carentes de afago e reconhecimento. A inconsciência vai reproduzindo cada vez mais inconsciência. O que aconteceu na Alemanha nazista acontece, em menor grau, o tempo todo em todos os lugares.
A banalidade do mal se espalhou?
Sim. É triste. Lamentável.
O que acha do papa Francisco?
Sou um grande admirador. Esse papa conquistou meu coração fazendo pontes, criando caminhos. Foi visitar o Obama e levou de presente um livro de Osho [filósofo indiano morto em 1990]. Um mestre espiritual que já criticou o catolicismo. Isso é sinal de abertura e maturidade [O papa ofereceu a Obama uma brochura de sua exortação apostólica "A Alegria do Evangelho" e dois medalhões. O livro de Osho foi divulgado pela Internet como um dos presentes, mas se tratava de brincadeira].
Por que tanta ignorância, estupidez e falta de amor no mundo?
A raiz da crise hoje –e que podemos dizer que se deve à ignorância- é espiritual. É o esquecimento da nossa verdadeira natureza. Nos esquecemos de quem somos, do que viemos fazer aqui, da razão real que nos faz acordar pela manhã. Qual é o propósito da nossa alma? Esse planeta não é um shopping center. Não é um lugar para ficar três dias, comprar coisas, casar, ter filho e ir embora. Precisamos acordar. A razão real de estar aqui é nos amarmos sem nos machucar nem machucar o outro.
A humanidade não deu certo?
Boa pergunta. Não sou fatalista nem pessimista. Sinto que essa crise global é uma grande possibilidade.
O senhor se definiu como uma pessoa simples. Por que chegou aqui em um utilitário da Mercedes-Benz?
Não é minha. Hoje, a pessoa que estava disponível para me trazer tem uma Mercedes. Mas já vim de Palio, Gol, Fox. Ou a pé. Amada, faço questão de responder essas questões. Sou sincero e transparente. Na Índia, moro num quarto. Assim como fico hospedado em palácio fico em uma cabana.
Esta entrevista faz-nos reflectir sobre vários aspectos do desenvolvimento humano e das relações. Porque é que ainda continuamos a responsabilizar os outros pela nossa infelicidade e nos custa tanto assumir a responsabilidade integral pela nossa vida, crescimento e felicidade? Se calhar os outros não têm assim tanta culpa...
5 de outubro de 2015
E os passos que deres
"Recomeça....
Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças..."
Miguel Torga
22 de abril de 2015
Reflexão # 12
46 - Quando está tudo dito e feito, será que disseste mais do que fizeste?
47 - Até que ponto é que controlaste a tua vida?
48 - Estás mais preocupado em fazer as coisas direitas ou certas?
49 - Estás a almoçar com três pessoas que respeitas e admiras. Começam a criticar um amigo intimo sem saberem que é teu amigo. A critica é injusta. Que fazes?
50 - Quando é que foi a última vez que seguiste um caminho apenas com o brilho suave de um sonho?
21 de abril de 2015
Reflexão # 11
36 - O que é pior, falhar ou não tentar?
37 - O que gostarias de fazer para mudar o mundo?
38 - Se a esperança de vida fosse de 40 anos, viverias de maneira diferente?
39 - Já viste insanidade onde depois de confirmou criatividade?
40 - Em que momento nos últimos tempos te sentiste mais apaixonado e vivo?
41- Se a felicidade fosse a moeda nacional, que tipo de trabalho farias?
42 - O que é que não fizeste e queres realmente fazer? Porque não o fazes?
43 - Se não é agora, quando é que é?
44 - Se tivesses de mudar de país para onde irias e porquê?
45 - Estás preso a alguém ou alguma coisa que tens de largar?
20 de abril de 2015
Reflexão # 10
31 - Pensa em algo que sabes e fazes diferente das outras pessoas
32- Fazes o que acreditas e gostas ou contentas-te com o que fazes?
33 - até que ponto controlas realmente a tua vida?
34 - Se ganhasses muito dinheiro saías do teu trabalho actual?
35 - Será que é possível saber a verdade?
17 de abril de 2015
Reflexão # 9
26 -Carregas no botão do elevador mais do que uma vez? Acreditas mesmo que isso fará com que o elevador ande mais depressa?
27 - Porque estás onde estás?
28 - Qual a diferença entre estar vivo e realmente viver?
29 - Se por acaso ainda não conseguiste o que tens a perder?
30 - As decisões estão a ser tomadas agora. A questão é: és tu que as tomas ou estás a deixar que os outros as tomem por ti?
16 de abril de 2015
Reflexão # 8
21 - Qual é a coisa pela qual és mais agradecida na vida?
22 - Sentes como se tivesses vivido o dia de hoje umas cem vezes?
23 - Se soubesses que toda a gente que conheces morria amanhã, quem visitarias hoje?
24 - Quando é que foi a última vez ouviste o som da tua respiração?
25 - Quando é que será o momento em que páras de calcular riscos e recompensas e vais em frente para conseguires o que queres?
15 de abril de 2015
Reflexão # 7
16 - Para salvares quem amas serias capaz de violar a lei?
17 - Preferias ser um génio preocupado ou alguém simples e alegre?
18 - É pior ter um amigo que se afasta ou perder o contacto com um amigo que mora perto?
19 - Preferias perder toda a memória ou não ser capaz de fazer novas amizades?
20 - Alguma vez o teu maior medo se concretizou?
14 de abril de 2015
Reflexão # 6
9 - Preferes ter menos trabalho para fazer ou mais trabalho do que aquele que consegues fazer?
10 - Estarias disposto a morrer 10 anos mais cedo para te tornares muito famoso ou atraente?
11- Qual é a memória mais feliz que tens da infância? Porque é que essa memória é tão especial?
12 - É possível distinguir sem dúvida o bom e o mau?
13 - Se aprendemos com os erros porque é que temos tanto medo de errar?
14 - O que é que amas? Recentemente expressaste esse amor?
15 - Porque é que as religiões que apoiam o amor são responsáveis por tantas guerras?
13 de abril de 2015
Reflexão # 5
6 - És o tipo de amigo que queres como amigo?
7- Já estiveste com alguém, não disseste nada e pensaste que tinha sido o melhor momento da tua vida?
8 - Se pudesses dar um só conselho a um recém nascido qual seria?
10 de abril de 2015
Reflexão # 4
4 - Como podem as coisas que te fazem feliz não fazerem todos felizes?
5 - Lembras-te daquele dia, há cinco anos atrás, quando estavas muito chateado? Será que aquilo tinha realmente importância?
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