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12 de abril de 2016
Slow food
Para quem luta com excesso de peso fica aqui uma dica.
O American Journal of Clinical Nutrion publicou um estudo em que revela que quando comemos de forma inconsciente porque estamos distraídos com qualquer outra coisa,como quando vemos televisão, por exemplo, temos tendência para ingerir mais calorias. O mais grave é que essa ingestão não se dá apenas naquele momento, mas também horas depois,potenciado o aumento de peso.
Para evitar esse fenómeno, devemos tornar o acto de comer um acto consciente. Idealmente, sentados à mesa, sem a televisão ligada ou qualquer outro tipo de distracção, sem pressa, relaxados,mastigando e saboreando os alimentos para que o cérebro reconheça o acto e o processe devidamente.
8 de fevereiro de 2016
Autismo e antidepressivos
A Universidade de Montreal publicou um estudo recentemente segundo o qual tomar antidepressivos durante a gravidez aumenta em 87% o risco de autismo. Este estudo tem uma grande importância porque sabemos que, na Europa, entre 3 e 10% das grávidas tomam este tipo de medicação.
Está-me cá a parecer que a próxima geração vai sofrer imenso desta patologia, e então se a isso juntarmos os comportamentos anti sociais que estamos a desenvolver com esta coisa das redes sociais e o pouco convívio face a face, o perigo é grande.
26 de agosto de 2014
Efeitos nocivos dos produtos químicos
Pesquisas anteriores, publicadas em 2006, já tinham designado o flúor como "neurotóxico do desenvolvimento", atribuindo-lhe os distúrbios comportamentais e de desenvolvimento das crianças. Esta revisão incluiu uma meta-análise de 27 estudos adicionais sobre flúor, a maioria dos quais desenvolvidos na China, que ligava os produtos químicos à redução do QI em crianças. Após análise minuciosa, foi determinado que o flúor impede o desenvolvimento adequado do cérebro e pode levar a distúrbios do espectro do autismo, dislexia, défice de atenção e outras condições de saúde, uma "epidemia silenciosa" que muitas autoridades de saúde continuam a ignorar.
Desde 2006 que são conhecidos cerca de 214 produtos químicos lesivos para o cérebro humano, mas a maioria dos 80.000 produtos químicos industriais largamente utilizados na cadeia alimentar nunca foram testados quanto à sua toxicidade, o que é extremamente preocupante.
Hoje, já sabemos que por exemplo os açúcares refinados, a carne, principalmente a vermelha, as gorduras saturadas e todos os alimentos com corantes e conservantes são favoráveis ao desenvolvimento anormal das células cancerígenas e, no sentido oposto, temos as frutas e os legumes como sendo de alguma forma protectores porque são alimentos que ajudam a controlar o número de radicais livres.
A informação é de todos a escolha é de cada um!
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